quinta-feira, 23 de julho de 2009

A teologia de Belchior, Dannese e Saulo

Só pra gente pensar um pouco.....
Certa vez participei de um festival onde fui feliz em ganhar, apesar das duras críticas que um Bacharel em teologia disparou contra minhas duas músicas: "Estas músicas não têm teologia alguma!" ... Sabe que eu não discordei!?!?!?! Vejamos então uma comparação sobre a teologia de Belchior – compositor popular; Regis Dannese – compositor gospel e Saulo – compositor amador... Serão dadas por mim as notas de 0 a 10 para a 1ª estrofe das músicas: Velha roupa colorida – Belchior / Zaqueu – Regis Dannese / Teu olhar – Saulo


Velha roupa colorida


Você não sente nem vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo
(palavras de exortação como: Em verdade, em verdade vos digo:) Nota: 10
Que uma nova mudança em breve vai acontecer
(Frase altamente profética e bíblica) Nota: 10
E o que há algum tempo era jovem novoHoje é antigo, e precisamos todos rejuvenescer
(Explícito conceito de renovação da mente e "eis que tudo se fez novo!") Nota : 10


TOTAL: 30 PONTOS


Como Zaqueu


Como Zaqueu, quero subir
(Zaqueu subiu de curioso: ainda sem muito interesse espiritual: Claro que quando Jesus se dirige a ele a conversa muda) Nota: 04
O mais alto que eu puder
(subir em lugares altos pode não ser tão seguro apesar de parecer espiritual) Nota: 03
Só pra Te ver, olhar para Tí
(é uma oração e manifesta o desejo de ver a Deus, por tanto legal, ver a Deus é nossa esperança) Nota: 08


TOTAL: 15 PONTOS


Teu olhar


É manhã bem cedo e o sol clareou nossa terra
(Deus colocou os astros em uma ordem que não passará) Nota: 02
Coloriu a face das flores, várias cores se fez enchergar
(Coloriu com letra maiúscula: Deus quem fez!) Nota: 10
O passarinho cantou; já se pôs a voar!
(A criaçõa louva ao Senhor!) Nota: 03


TOTAL: 15 PONTOS


Conclusão


O Belchior me parece mais atento a princípios bíblicos...
Devemos compor músicas mais inteligentes, músicas que mostrem quem Deus realmente é, e vamos buscar excelência para que Deus seja cada vez mais engrandecido por nós Cristãos. O suposto "mundo" muitas vezes mostra o nosso Deus melhor do que a gente!
Isso é só uma maneira de mostrar que Deus continuará se manifestando e sendo glorificado e não há diferença entre quem faz isso: se "professa sua fé publicamente ou não". Nós que professamos devemos fazer o melhor!

sábado, 18 de julho de 2009

BACH, SUPREMO GÊNIO SACERDOTE

por Roberto Minczuk

Bach, em minha opinião, representa a perfeição como músico e compositor. Sua genialidade somente pode ser comparada a de Shakespeare, Newton ou Einstein. Realizar Bach é uma questão de humildade. Sua obra é como as maravilhas e as forças da natureza. Ao ouvi-la, percebemos como somos pequenos diante de sua música, manifestação clara da glória de Deus.
Tive em minha vida muitas bençãos, dentre elas a de ter vivido durante vários anos como músico em Leipzig, na Alemanha, cidade onde Bach passou seus últimos anos e escreveu suas maiores e importantes obras, como as Paixões, O Magnificate e A arte da fuga. Congreguei na mesma igreja em que ele trabalhou e está sepultado, sob a nave.
Bach era uma pessoa de natureza bondosa e de postura modesta. Acreditava que tinha muito a aprender com todos. Prova disto foram as transcrições que fez das obras de Vivaldi, o que ajudou a melhorar a sua escrita. Em outra oportunidade, ele caminhou durante dias apenas para ouvir o organista e compositor Buxtehude, então considerado o melhor organista da europa. Estamos falando de Bach, um homem que tocava muitos instrumentos e escrevia freneticamente. A cada final de semana, para cada culto, ele tinha que compor uma nova cantata. Apesar de toda a sofisticação de suas obras, elas faziam parte do cotidiano das pessoas. Por vezes, Bach usava hinos conhecidos como temas e em nenhum momento pensava na posteridade ou se gabava de suas habilidades. Ele era um servo da música e principalmente um servo de Deus por meio da música.
E é por tudo isso e muito mais que reger Bach é uma experiência arrebatadora. Trata-se de uma oportunidade de reflexão, de autoconhecimento, de introspecção e, ao mesmo tempo, de elevação. Perceba a mão de Deus por meio deste gênio chamado Johann Sebastian Bach!!!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Eu demoro mesmo...

Gente, desculpem-me pela demora para fazer postagens.... Eu quero melhorar... Pois bem...

Sempre achei que algumas músicas podem nos transformar, normalmente músicas cristãs... O que temos visto é um vasto mercado onde alguns chamados crentes tem investido muito! Não acho que não devam investir, mas alguns critérios devem ser observados por nós consumidores altamente consumistas:

1) O que realmente edifica?

2) Consumimos música cristã por que?

3) O que tem sido dito nas músicas?



Um amigo um certo dia disse algo que me marcou: "Entretenimento travestido de espiritualidade". Será que nos sentimos bem demais quando ouvimos certas músicas? Será que as músicas deveriam nos desafiar mais já que queremos transformação? Penso que transformação envolve atitude pouco relacionada com música e sim com a palavra e Deus...

Tenho pensado que música é simplesmente música e se for boa ela agrada a Deus... Louvor e adoração estão cada vez mais distantes deste horrível comércio cheio de mesmice...

Hoje tenho consumido música cristã boa, ou porque não dizer ótima!!! Compositores como Silvestre Kuhlmann, Stênio Marcius, Fabinho Silva, Glauber Plaça, Roberto Diamanso entre outros nos fazem gostar de música!!! Música cristã brasileira!!! E achar beleza nas coisas da vida, na simplicidade do nosso povo, nas nosssas crises e nossos costumes... Bem, do nosso "jeitinho" até de ser crente...

Algumas músicas populares tem me ensinado muito... E algumas músicas chamadas cristãs tem me feito ficar mais burro...

E como diria Zé Geraldo : "Não têm jeito, de tudo eu tenho feito", e como diria Milton : "A vida se repete na estação", acho que vou me despedir como apenas um aperitivo do Silvestre:



Esta é a mais bela poesia

Ver o Rei numa estrebaria

Esta é a mais bela poesia,

O Deus onipotente dependente do colo de Maria

Esta é a mais bela poesia



Aquele que forjou o universo trabalhou numa carpintaria

Aquele que cavalga nas asas do vento fez de um jumentinho sua montaria...



Ouçam Silvestre...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O "corpo"

Estou tentando ser uma pessoa normal! É verdade! As vezes tenho a certeza de que não sou! Ouvir coisas do tipo: -Vai buscar a "bença" que a coisa tá estreita... tem me derrubado... eu realmente não sei como reagir...
Conhecer pessoas "santas" ao ponto que não sou, que me mostram que não sou, as vezes me irrita! Ao menos não me sinto hipócrita: Tenho aprendido isto; isso pode até incomodar alguns...
A minha roupa realmente não mostra quem eu sou, nem minha barba, feita ou não. Talvez uns poucos amigos: é, se contam em dedos de uma só mão!
Na verdade sou um falido que precisa de Deus a todo momento, que precisa do Pai! Aliás, as vezes não penso no meu pai natural, e é assim que estou com Deus... É triste mas real: sem máscara! Me desafio a não ser assim. "Tento urgente ser poeta não fingido", mas claro - não serei compreendido nem por mim mesmo! Acreditem, isso não é crise de identidade! Talvez eu tenha me perdido dentro da minha função no "corpo"! É mais fácil pensar assim do que pensar que o "corpo" está doente e muitos se perderam de suas funções...
Quero realmente servir mais ao "corpo" invisível de Cristo porque as vezes é triste enchergá-lo!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

"Velhos porões"

Essa canção me remete à cena de um local sombrio e frio (minha vida antes de Cristo) e que recebeu um Raio de Sol que trouxe vida e transformou tudo dentro e ao redor (Jesus Cristo)!!!

Por Saulo Calantone

Velhos porões, antigas recordações
O passado empoeirado
Sonhos perdidos, bem mais que esquecidos
Nos porões da tua alma que a tempo não se vê o Sol

Deixa entrar o vento e a luz que é Jesus
Pra limpar a poeira e iluminar um bom caminho pra você
Um coração com Cristo bate com fervor
Sonha alto, vive o novo e dá sentido à dura lida de viver!

"Fonte"

Por Sérgio Pimenta

As palavras não dizem tudo
Mesmo que o tudo seja fácil de dizer
Com certeza fala bem melhor o mudo
Se sua atitude manifesta o que crê

Compromisso, sumiço, omisso
Ou faz o que fala ou se cala de uma vez
E não venha sobre si justo juízo
Pois terrível cousa é cair nas mãos do Rei

Mesma língua que abençoa, amaldiçoa
Mesma língua canta um hino e traz divisão
Não pode da mesma fonte o doce e o amargo
Se Cristo habita de fato o coração


segunda-feira, 11 de maio de 2009

"Barquinho"

Por Stênio Marcius

Navega barquinho no mar,
Navega por entre a tormenta
Os ventos te jogam, te brincam
E as ondas te cobrem, te querem perder

Mas quem é que está no barco deitado
Dormindo tranqüilo: Jesus!

Será que esses ventos, será que essas ondas,
Será que esse mar podem seu criador perturbar?

É tão pequenina a minha fé
E os medos que tenho são tolos
Se a própria tormenta embala
O sono do Mestre, Ele pode fazer

Das vagas que tentam varrer minha vida
Motivos pra eu descansar